Edição nº 37 dos Cadernos de Teresina relembra mitos e a natureza da capital – Prefeitura Municipal de Teresina

Edição nº 37 dos Cadernos de Teresina (Foto: Ascom FMC)

A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC), avança no projeto de recuperação do acervo da revista Cadernos de Teresina. Trazendo nesta semana um olhar envolvente sobre a edição nº 37, de agosto de 2005. Este volume é ainda mais especial para a publicação, pois marca o seu retorno após um intervalo de dois anos sem lançamentos, trazendo um conteúdo rico focado no folclore local e na valorização dos nossos espaços verdes.

O grande enfoque deste episódio é o resgate do imaginário popular teresinense e a importância das nossas áreas de preservação. O resumo da matéria foi apresentado pelo servidor Jairo Sherlock, que nos guia pelas páginas deste exemplar que une a magia das histórias de mistério com a história da nossa urbanização.

Nesta edição, o apresentador tem como tema central o folclore, com destaque para duas das lendas mais famosas da cidade: o “Cabeça de Cuia” e o “Num se pode”. Como enfatizado por Sherlock, registrar essas narrativas é fundamental para manter viva a identidade cultural que passa de geração em geração entre os teresinenses.

Para enriquecer o episódio, a gravação ocupou cenários que têm tudo a ver com cada história. O local escolhido para falar sobre a lenda do “Cabeça de Cuia” foi o Parque Ambiental Encontro dos Rios, uma escolha perfeita, já que este volume da revista também se dedica a abordar a importância e a história dos parques urbanos de Teresina. Já para contar os mistérios da assombração do “Num se pode”, o cenário foi a tradicional Praça João Luís Ferreira, no coração do Centro.

De forma geral, a edição nº 37 dos Cadernos de Teresina funciona como um grande mapa cultural e ambiental da nossa capital. Ao longo de suas páginas encontra-se um panorama da riqueza cultural, literária e visual da nossa capital. Na literatura, o volume traz poesias como “Minuto Eterno” e análises de obras locais, como os textos de Da Costa e Silva e H. Dobal.

O campo da música explora a musicalidade do Baião no Nordeste, enquanto as artes plásticas ganham destaque com um estudo sobre o perfil da figura nordestina nas pinturas murais do mestre Nonato Oliveira espalhadas por Teresina. A edição conta ainda com um ensaio fotográfico de João Rufino sobre a primavera na cidade, reflexões sobre as ações da própria Fundação na cultura teresinense, além de espaços dedicados ao humor com traços de Malgorzata Tabaka e a tradicional agenda cultural da época.

É um convite completo para redescobrir Teresina sob o olhar de afeto e nostalgia dos nossos maiores artistas e pensadores. Para ter acesso à revista completa CLIQUE AQUI!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Rolar para cima